Abismo imenso, vestes contaminadas, onde estaria minha inspiração.. se não na lotação, falta de oxigenio e desumanidade da multidão!?
Eles correm, cercam-me, roem-me, despem-me, seguem-me.. eles me esquecem!
Gritos, buzinas, sons, indelicadeza, falta de gentileza.. e eu?
observo pelo vidro da janela alvo de disputa.
Se houvesse tele-transporte, se houvesse..
não há de fato, mas se houvesse, também não haveria..!
Esperem, quem ousa dizer que não exista!
Existe sim.. nota-se em todas as milhas, centímetros, metros, milimetros, esquinas!
pulsos estendidos.. olhar satisfação.
num breve futuro, corda, pescoço, e todos os instrumentais no tribunal.. poético martitio!
a alquimia da minha luxação.
13/11/09
O Lapso, e a paciência!
Meus dedos sangram, fugiram-me as palavras..
cadê estes infelizes, estes medíocres leitores, tão medíocres quanto eu, apenas estes ignorantes e acéfalos tão incapazes ao ponto de ler minhas asneiras e chucras lamentações, cadê?
Minhas incapacidades, frustrações, meus restos mortais!
dedos sangram, olhos sangram, nariz sangra, hemorragia, aborto, pílulas, úlceras, canceres, dst's.. todas estas enfermidades espirituais.. não abortais seus ideais.
métricamente correto demais?
és como a incisão cerebral, ou como a cacofonia da paz.. patético por demais!
laringite, faringite, rinite, sinusite, hepatite, idiotice!
Tenha a santa paciencia, estes ite's são o cômico do meu losângular palpite.
Você me SUBESTIMA, isso foi só um ´palpite'
Sinto no infímo da alma o ódio brotando na necessidade de cuspir na sua face todas as suas chatices, sua amidalite, sua gastrite, e como sinto náuseas quando diz-me que sabe o tamanho da minha artrite!
desconsidere, o desabafo anterior foi consequencia do perambular sono que em mim reside!
cadê estes infelizes, estes medíocres leitores, tão medíocres quanto eu, apenas estes ignorantes e acéfalos tão incapazes ao ponto de ler minhas asneiras e chucras lamentações, cadê?
Minhas incapacidades, frustrações, meus restos mortais!
dedos sangram, olhos sangram, nariz sangra, hemorragia, aborto, pílulas, úlceras, canceres, dst's.. todas estas enfermidades espirituais.. não abortais seus ideais.
métricamente correto demais?
és como a incisão cerebral, ou como a cacofonia da paz.. patético por demais!
laringite, faringite, rinite, sinusite, hepatite, idiotice!
Tenha a santa paciencia, estes ite's são o cômico do meu losângular palpite.
Você me SUBESTIMA, isso foi só um ´palpite'
Sinto no infímo da alma o ódio brotando na necessidade de cuspir na sua face todas as suas chatices, sua amidalite, sua gastrite, e como sinto náuseas quando diz-me que sabe o tamanho da minha artrite!
desconsidere, o desabafo anterior foi consequencia do perambular sono que em mim reside!
29/08/09
O Licor!
Sento-me e em angústia datilografando o antecessor ao medo, desnecessario!
vês como estou, adiando a dor, permaneço sentindo dor..
toda euforia me tira o ar, felicidade desesperadora.
sem capacidade de compreensão, gritos, tudo possivel pra chamar lhe atenção..
como chamar lhe atenção? de fato não tenho essa preocupação, sei bem dos torneios que disputas em solitária depreciação.
estou aprendendo.. cada dia, novos passos, rumos novos.. aprendizados!
despreparada?
SIM,
no entanto as crendices que vagam minh'alma são conspirações burocráticas demais para serem solucionadas, por nada.
permaneço congelada, e quem ja leu, bem lembra " sentada na escada"
á quem não compreende, a escada é minha evolução.. sentada na escada, parada no degrau do meio, inda pouco cansada e com preguiça pra subir a escada, sentada, esperando a hora adequada..
cuidado!
não se sabe quanto tempo mais continuarei sentada, e é provável que quando me levantar, subirei correndo pela escada, e num passo apenas, QUERO me encontrar no altíssimo degrau, munida de sabedoria, força, e sem cansaço pra me manter ali por mais tempo parada!
ou seja, nesse pequeno segundo terei alcançado o passo primoris do nível evolucionista que á todos aguarda largada!
( Não cais nas emboscadas! )
vês como estou, adiando a dor, permaneço sentindo dor..
toda euforia me tira o ar, felicidade desesperadora.
sem capacidade de compreensão, gritos, tudo possivel pra chamar lhe atenção..
como chamar lhe atenção? de fato não tenho essa preocupação, sei bem dos torneios que disputas em solitária depreciação.
estou aprendendo.. cada dia, novos passos, rumos novos.. aprendizados!
despreparada?
SIM,
no entanto as crendices que vagam minh'alma são conspirações burocráticas demais para serem solucionadas, por nada.
permaneço congelada, e quem ja leu, bem lembra " sentada na escada"
á quem não compreende, a escada é minha evolução.. sentada na escada, parada no degrau do meio, inda pouco cansada e com preguiça pra subir a escada, sentada, esperando a hora adequada..
cuidado!
não se sabe quanto tempo mais continuarei sentada, e é provável que quando me levantar, subirei correndo pela escada, e num passo apenas, QUERO me encontrar no altíssimo degrau, munida de sabedoria, força, e sem cansaço pra me manter ali por mais tempo parada!
ou seja, nesse pequeno segundo terei alcançado o passo primoris do nível evolucionista que á todos aguarda largada!
( Não cais nas emboscadas! )
Lembranças da amnésia.
Calculando números que não conheço, escrevi textos com as letras que não sei existir!
Onde estariam minhas memórias, senão em meu esquecimento anestesiado?
ruidos não me fazem lembrar, cheiros, lugares e palavras não fazem me recordar.. nada do hoje, nem do ontem, quanto ao amanhã, sei bem que não virá!
o motor quebrado, o quebra cabeça desmontado, o jornal picotado, as fotos rasgadas, o espelho em pedaços, nada me lembra, tudo não faz lembrar..
como remontar minha história antes do trauma que fez de mim indigente na minha própria vida?
nem me importo, esquecer é o melhor, alívia, aniquila medos, exclue lágrimas, acaba com a saudade, e com as dores das decepções.
é pacificador olhar pra dentro de sí, numa minuciosa reflexão e ver vazio, e nada mais.
acalma, anima não lembrar.
matando a depressão que meus sorrisos tentam esconder, assassinando o silêncio da minha alma, que os gritos fingem conter!
léguas de lugar algum, sozinha em meio a multidão que é meu barato sentimentalismo, minha autópsia, minha despedida longícua, meu inacesso á glória.
Não busquem em meus olhos um brilho de memória, não tentem encontrar nas minhas células o tipo sanguíneo que me fez morta.. pois, onde o reflexo se inverte, onde num livro não se escreve, onde em musica nota musical não procede
a aspiração de vida vegeta como a Vitória régia!
( como num casulo, por ora, apenas lagarta se "carcera")
Onde estariam minhas memórias, senão em meu esquecimento anestesiado?
ruidos não me fazem lembrar, cheiros, lugares e palavras não fazem me recordar.. nada do hoje, nem do ontem, quanto ao amanhã, sei bem que não virá!
o motor quebrado, o quebra cabeça desmontado, o jornal picotado, as fotos rasgadas, o espelho em pedaços, nada me lembra, tudo não faz lembrar..
como remontar minha história antes do trauma que fez de mim indigente na minha própria vida?
nem me importo, esquecer é o melhor, alívia, aniquila medos, exclue lágrimas, acaba com a saudade, e com as dores das decepções.
é pacificador olhar pra dentro de sí, numa minuciosa reflexão e ver vazio, e nada mais.
acalma, anima não lembrar.
matando a depressão que meus sorrisos tentam esconder, assassinando o silêncio da minha alma, que os gritos fingem conter!
léguas de lugar algum, sozinha em meio a multidão que é meu barato sentimentalismo, minha autópsia, minha despedida longícua, meu inacesso á glória.
Não busquem em meus olhos um brilho de memória, não tentem encontrar nas minhas células o tipo sanguíneo que me fez morta.. pois, onde o reflexo se inverte, onde num livro não se escreve, onde em musica nota musical não procede
a aspiração de vida vegeta como a Vitória régia!
( como num casulo, por ora, apenas lagarta se "carcera")
02/08/09
A aspiração do póstumo em vida!
Veem um reflexo raso que subespera seus sonhos e realização
mas, é muito notável seu fracasso, em seu olhar há nostalgia
dores, interrompo minhas ilusões
Flores murchas demonstram decepção
Porque mesmo que eu regue com água da fonte
não vejo vida, nem demonstração?
rastejando nas minhas asfixias
somo as dores a depressão
secaste o rio da vida
erva daninha, restos e vão!
saio pelas esquinas, entro em ruinas.. sangue, prisão
(...)
Meu olhos hoje invadem, peste, massacre. ..chamo reação(!!!)
reago, sinto saudade.. peço verdade em oração.
cansaço.. perda.. partida.. descompassada.. sedenta por ação
mas, não luto em vida, minha esperança é o fim .. seria a partida
Quero a morte.
Não me contento com este alçapão!
Por fim.. Foda-se a ausencia do rítimo da minha regressão!
mas, é muito notável seu fracasso, em seu olhar há nostalgia
dores, interrompo minhas ilusões
Flores murchas demonstram decepção
Porque mesmo que eu regue com água da fonte
não vejo vida, nem demonstração?
rastejando nas minhas asfixias
somo as dores a depressão
secaste o rio da vida
erva daninha, restos e vão!
saio pelas esquinas, entro em ruinas.. sangue, prisão
(...)
Meu olhos hoje invadem, peste, massacre. ..chamo reação(!!!)
reago, sinto saudade.. peço verdade em oração.
cansaço.. perda.. partida.. descompassada.. sedenta por ação
mas, não luto em vida, minha esperança é o fim .. seria a partida
Quero a morte.
Não me contento com este alçapão!
Por fim.. Foda-se a ausencia do rítimo da minha regressão!
24/07/09
'Andrea dória- Legião '
Às vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...
Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...
Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...
Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço..
.Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...
Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...
Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...
Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...
Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço..
.Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...
Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...
caixa de pandorA
Somos prisioneiros da nossa própria vontade..
" achei um 3X4 teu, e não quis acreditar, que tinha sido há tanto tempo atras, um exemplo de bondade e respeito, do que o verdadeiro amor é capaz.."
mas agora, é tudo vazio, meu coração descongelado escorre nas minhas mãos, SOLIDÃO!!!
uma faca dilacerando.. rasgando, amputando.. não sei nem mais o que escrever!
estou numa estrada.. todos os lados estão vazios, caio de uma altura dimensional.
não existo, nem quero passar a existir, se isso é um pesadelo em que acordo e não acaba..
drogas,drogas, drogas.. LIBERDADE.
sou vitima, algoz da minha necessidade
prisioneira da minha liberdade.. socorro, é tarde!!
preciso me encontrar de verdade, estou de passagem, os passaportes custam caro, vou a pé até a cidade.. a cidade vive na minha saudade, minha saudade reside na cidade
Vês?
minha face umidecida, nunca antes habitavas tantas lágrimas.. vês meus sorrisos?
não se iludas, metabolismo de defesa
"I will be always laughting, like a clown"
Nada que maquiagem não possa esconder.
" achei um 3X4 teu, e não quis acreditar, que tinha sido há tanto tempo atras, um exemplo de bondade e respeito, do que o verdadeiro amor é capaz.."
mas agora, é tudo vazio, meu coração descongelado escorre nas minhas mãos, SOLIDÃO!!!
uma faca dilacerando.. rasgando, amputando.. não sei nem mais o que escrever!
estou numa estrada.. todos os lados estão vazios, caio de uma altura dimensional.
não existo, nem quero passar a existir, se isso é um pesadelo em que acordo e não acaba..
drogas,drogas, drogas.. LIBERDADE.
sou vitima, algoz da minha necessidade
prisioneira da minha liberdade.. socorro, é tarde!!
preciso me encontrar de verdade, estou de passagem, os passaportes custam caro, vou a pé até a cidade.. a cidade vive na minha saudade, minha saudade reside na cidade
Vês?
minha face umidecida, nunca antes habitavas tantas lágrimas.. vês meus sorrisos?
não se iludas, metabolismo de defesa
"I will be always laughting, like a clown"
Nada que maquiagem não possa esconder.
Assinar:
Postagens (Atom)
